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Café

Categoria
Agrícola
Contrapartes
Compradores, vendedores e traders

Panorama do mercado

O café verde é negociado em duas espécies com mercados próprios: o arábica, referenciado no contrato Coffee C da ICE, em Nova York, e o robusta — o conilon, no Brasil —, referenciado na ICE em Londres. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial, e o Vietnã lidera o robusta. O preço físico raramente é só a bolsa: é a bolsa mais ou menos um diferencial, que reflete origem, peneira, tipo e qualidade de bebida. Cafés especiais, avaliados por pontuação sensorial, formam um segmento à parte. Para o destino europeu, o regulamento antidesmatamento da União Europeia (EUDR) passa a exigir rastreabilidade até a área de produção, com geolocalização.

Formas de negociação

Atendemos café verde em sacas de 60 kg ou a granel em contêiner, em base FOB nos portos de embarque — Santos é o principal no Brasil — ou CFR e CIF no destino. O preço pode ser fixo ou a fixar sobre a bolsa, com aprovação por amostra antes do embarque. Os contratos-padrão do mercado — GCA nos Estados Unidos, ECC na Europa — são a base usual dos termos.

Contraparte buscada

Do lado vendedor, produtores, cooperativas e exportadores com lote disponível, classificação e amostra. Do lado comprador, torrefadores, importadores e traders com especificação definida — espécie, peneira, tipo e bebida — e destino conhecido. Uma manifestação que indica espécie, padrão e porto já permite triagem; uma que só diz “café” ainda não.

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