Gás natural
Panorama do mercado
O gás natural chega ao comprador por dois caminhos que formam mercados diferentes. Por gasoduto, a negociação é regional e depende de acesso à rede de transporte. Como GNL — gás liquefeito a cerca de 162 °C negativos —, viaja em navios metaneiros e volta ao estado gasoso em terminais de regaseificação, o que faz dele um mercado global. As referências de preço refletem essa divisão: Henry Hub nos Estados Unidos, TTF na Europa e JKM na Ásia, além de contratos indexados ao petróleo. No Brasil, a Nova Lei do Gás abriu espaço para novos supridores e para o consumidor livre.
Formas de negociação
Atendemos contratos de suprimento por gasoduto e operações de GNL em cargas avulsas ou em contratos de médio e longo prazo. No GNL, as bases usuais são FOB no terminal de liquefação ou DES no terminal de destino; no gasoduto, é o ponto de entrega na rede que define a operação. Indexação do preço, flexibilidade de volume e janelas de entrega são os termos que mais pesam na negociação.
Contraparte buscada
Do lado comprador, distribuidoras, geradoras termelétricas, consumidores industriais e traders com acesso confirmado à infraestrutura — terminal de regaseificação, capacidade de transporte ou ponto de entrega definido. Do lado vendedor, produtores, portfólios de GNL e traders com volume alocado. Em gás, infraestrutura vem antes de preço: sem terminal ou ponto de entrega identificado, não há operação a apresentar.
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